PROFUNCIONÁRIO 2011
INÍCIO DO ANO LETIVO
No último dia 05/02/2011, às 7h30min, nas dependências do C.E. Nilo Cairo iniciaram as aulas do ProFuncionário 2011 com muitas expectativas e entusiasmo.
Fotos: Paulo A. Silva
Sejam bem-vindos ao ProFuncionário 2011!!!
Na ocasião estiveram presentes para abertura a Profª Maria Onide Ballan Sardinha - Chefe do NRE/Apucarana, Profª Afife Fontanini - Professora Orientadora do NRE, Prof. João Luis Calegari e Prof. José Carlos - Direção e Direção Auxiliar do C.E. Nilo Cairo, Prof. Paulo Vaz - Palestrante, Professores Tutores Pedagogos e Professores Específicos, bem como todos os alunos/funcionários que estudam os cursos técnicos do ProFuncionário.
Fotos: Paulo A. Silva
Profª Maria Onide Ballan Sardinha (Chefe do NRE/Apucarana) durante abertura
Coordenação, Tutores e Alunos do ProFuncionário prestam homenagem
a nova Chefe do NRE/Apucarana
Prof. João Luis, Prof. Paulo Vaz e professora orientadora do NRE
Apresentação dos Professores Tutores Pedagogos
e dos Professores Específicos
Os presentes foram convidados a fazer uma breve reflexão sobre a mensagem "Estar Vivo...", escrita pela Profª Madalena Freire, como forma de desejar a todos boas-vindas.
ESTAR VIVO...
Estar vivo é estar em conflito permanente,
produzindo dúvidas, certezas questionáveis.
Estar vivo é assumir a Educação do sonho do cotidiano.
Para permanecer vivo, educando a paixão,
desejos de vida e morte, é preciso educar o medo e a coragem.
Medo e coragem em ousar.
Medo e coragem em romper com o velho.
Medo e coragem em assumir a solidão de ser diferente.
Medo e coragem em construir o novo.
Medo e coragem em assumir a educação deste drama, cujos personagens
são nossos desejos de vida e morte.
Educar a paixão (de vida e morte) é lidar com esses dois ingredientes, cotidianamente,
através da nossa capacidade, força vital (que todo ser humano possui, uns mais,
outros menos, em outros anestesiada) e desejar, sonhar, imaginar, criar.
Somos sujeitos porque desejamos, sonhamos, imaginamos e criamos, na busca permanente
da alegria, da esperança, do fortalecimento da liberdade, de uma sociedade mais justa,
da felicidade a que todos temos direito.
Este é o drama de permanecermos vivos... fazendo Educação.
Da Redação
Professora Orientadora
NRE-Apucarana
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